
Hoje, quero começar com uma prece: “Senhor, ajuda-me a entender o funcionamento do cérebro das mulheres!”
É imensamente complicado o que se passa dentro daquelas cabecinhas maravilhosas, aditivadas com shampoos, condicionadores, cremes, relaxantes, tonificantes, tintas, escovinhas, chapinhas, e outras maravilhas tecnológicas criadas exclusivamente para promover o bem estar desse gênero que eu sou fã incondicional, adoro, amo de coração: o feminino.
Eu realmente não saberia viver sem elas, nem sequer longe delas. No entanto, entendê-las é missão, eu diria impossível, ou pelo menos quase impossível. Vou contar uma historinha que é um exemplo de um dos motivos que me fazem buscar essa compreensão, que a cada vez que eu penso estar próximo, ledo engano, estou distante, entendo menos.
Um amigo meu, que mora aqui na “progressista” e "pacata" cidade de Rio Largo, foi com sua digníssima esposa, até a capital do Estado, a aconchegante, aprazível e paradisíaca Maceió. Chegando lá, para que pudessem ganhar tempo, eles se separaram e foram fazer tarefas distintas. Ele tinha várias compras a fazer em várias lojas, e ela tinha uma única “tarefa” que era comprar um vestido, pois tinham um evento para ir e, claro ela “precisava” de um vestido novo. Quarenta e dois minutos e trinta e seis segundos depois ela liga para ele e diz: - Estou na loja “X”, venha até aqui para me ajudar a escolher o vestido! E ele deixa tudo que tinha a fazer e vai ao encontro dela. Chegando lá, a loja estava quase vazia (afinal era mês de janeiro, ninguém mais estava fazendo compras, pois já torraram todo o dinheirinho suado do décimo, nas compras de Natal). Ele percorre toda a loja e não a encontra. Ele para e espera. Daí a pouco ela liga novamente, ele atende e diz: - Estou aqui na loja e você, onde está? Ela diz: - Tô no provador! Minutos depois ela aparece com um vestido, ele não gosta. Volta e veste o segundo vestido, ele gosta. Depois vem com o terceiro vestido, ele também gosta. Ela diz: - Espera, tem mais um! E ela vem finalmente com o quarto e último vestido, ele não gosta. Então ela pergunta se ele gostou de algum e, ele diz que gostou do segundo e do terceiro. Então ela fica com o vestido número quatro. Ou seja: ela escolheu justamente o vestido que ele não gostou.
Então, não é interessante? A mulher pede a opinião do homem. Ele dá. Ela não aceita. Então, por que “cargas d’água” (essa expressão é antiguíssima) pedir a opinião sobre algo que você quer escolher, se você já escolheu?
É por essas e outras que eu vou ter que fazer um curso para entender mais e melhor as mulheres.
Nenhum comentário:
Postar um comentário