Hoje eu vou contar para vocês uma cândida estorinha de um simpático casal de velhinhos, que já tinham completado suas bodas de ouro há algum tempo, portanto realmente eles eram muito idosos, e como tal ficavam bastante tempo naquela total ociosidade, já que o dinheiro da aposentadoria do INSS (aposentaram-se ainda no tempo em que se chamava INPS) não dá para nada, nem pra comprar os remédios . Bem, em um desses momentos de não ter nada a fazer, sentados cada um em sua cadeira de balanço, rememorando o passado, pois lhes faltam a esperança de um futuro melhor, de repente ele diz: Ô minha véia, lembra daquela mocinha que a gente contratou pra ser babá dos meninos quando eles eram pequenos?
Ela disse: Lembro meu véio!
Então ele disse: Pois é, minha véia, aquele corpinho foi todo meu!
E, ele continuou: lembra daquela mocinha que foi dar aula de reforço, pros meninos? Pois é, minha véia, aquele corpinho foi todo meu!
E ele ainda disse: Minha véia, lembra daquela vizinha bonitona, muito amiga sua, que morava naquela casa do lado direito da nossa? Pois é, minha véia, aquele corpinho foi todo meu!
Aí a velhinha falou: Ô meu véio, você lembra quando a gente morou no Trapiche, pertinho do Corpo de Bombeiros? Pois é, meu véio, aquele corpinho foi todo meu!
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
domingo, 6 de dezembro de 2009
DIGA NÃO ÀS DROGAS!!!
Certa vez eu recebi um E-mail de uma pessoa amiga. Essa referida correspondência pós-moderna trazia contida em seu interior um depoimento, um desabafo, uma verdadeira catarse de toda a podridão que esse ser humano um dia conseguiu superar. E eu, como um divulgador de toda boa noticia, não poderia jamais deixar de transcrever aqui, esse singelo testemunho de vida. Evidentemente que eu não poderei citar nomes, mas agora posso divulgar, enfim, esse maravilhoso conteúdo:
"Tudo começou quando eu tinha 14 anos e um amigo chegou com aquele papo de “experimenta, depois, quando você quiser é só parar...” e eu fui na dele. Primeiro ele me ofereceu coisa leve, disse que era de “raiz”, “natural”, da “terra”, que não fazia mal, e me deu um inofensivo CD do “Chitãozinho & Xororó”, e em seguida um do “Leandro & Leonardo”. Achei legal, coisa bem brasileira; mas a parada foi ficando mais pesada, o consumo cada vez mais freqüente, comecei a chamar de “Amigo” e acabei comprando pela primeira vez.
Lembro que cheguei numa loja e pedi: - Me dá um CD do Zezé de Camargo e Luciano.
Era o princípio do fim de tudo! Logo resolvi experimentar algo diferente e ele me ofereceu um CD de Axé. Ele dizia que era para relaxar; sabe, coisa leve... “Banda Eva”, “Cheiro de Amor”, “Netinho”, etc. Com o tempo, meu amigo foi oferecendo coisas piores: “É o Tchan”, “Companhia do Pagode”, “Asa de Águia” e muito mais. Após o uso contínuo eu já não queria mais saber de coisas leves, eu queria algo mais pesado, mais desafiador, que me fizesse mexer a bunda como eu nunca havia mexido antes, então, meu “amigo” me deu o que eu queria, um CD do “Harmonia do Samba”. Minha bunda passou a ser o centro da minha vida, minha razão de existir. Eu pensava por ela, respirava por ela, vivia por ela! Mas, depois de muito tempo de consumo, a droga perde efeito, e você começa a querer cada vez mais, mais, mais... Comecei a freqüentar o submundo e correr atrás das paradas. Foi a partir daí que começou a minha decadência. Fui ao Show de encontro dos grupos “Karametade” e “Só Pra Contrariar”, e até comprei a revista Caras que tinha o “Rodriguinho” na capa.
Quando dei por mim, já estava com o cabelo pintado de loiro, minha mão tinha crescido muito em função do pandeiro, meus polegares já não se mexiam, por eu passar o tempo todo fazendo sinais de positivo. Não deu outra: entrei para um grupo de Pagode.
Enquanto vários outros viciados cantavam uma “música” que não dizia nada, eu e mais 12 infelizes dançávamos alguns passinhos ensaiados, sorriamos e fazíamos sinais combinados.
Lembro-me de um dia quando entrei nas Lojas Americanas e pedi a coletânea “As Melhores do Molejão”. Foi terrível!!!
Certa vez, pasmem eu procurei no Youtube um vídeo (qualquer que fosse) da Banda Calipso, eu queria ver a Joelma.
Eu já não pensava mais!! Meu senso crítico havia sido dissolvido pelas rimas miseráveis e letras pouco arrojadas. Meu cérebro estava travado, não pensava em mais nada.
Mas a fase mais negra ainda estava por vir. Cheguei ao fundo do poço, no limiar da condição humana, quando comecei a escutar “Popozudas”, “Bondes”, “Tigrões”, “Motinhas”, “Tapinhas” e outras porcarias que são chamadas de Funk Carioca. Comecei a ter delírios, a dizer coisas sem sentido. Quando saia a noite para as festas, pedia "tapas na cara" e fazia gestos obscenos. Vivi cercado por outros drogados, usuários das drogas mais estranhas. Lembro de uma droga terrível, era a Asas Morenas. Minha fraqueza era tanta que estive próximo de sucumbir aos radicais e ser dominado pela droga mais poderosa do mercado: a droga pura, que transforma as mulheres em “desclassificadas” “cachorras” e “egüinhas pocotó”. Convém não esquecer de citar as drogas embaladas na Calcinha (de qualquer cor), na Saia (não importa se é Rodada ou Bordada), e seus genéricos.
Hoje estou internado em uma Clínica. Meus verdadeiros amigos fizeram a melhor coisa que poderiam fazer por mim. Meu tratamento está sendo muito duro: doses cavalares de Rock’n’Roll, MPB, Rock Progressivo e Blues. Mas o meu médico falou que é possível que tenham que recorrer ao Jazz e até mesmo a Mozart e Bach.
Queria aproveitar a oportunidade e aconselhar as pessoas a não se entregarem a esse tipo de droga. Os traficantes só pensam no dinheiro. Eles não se preocupam com a sua saúde, por isso tapam sua visão para as coisas boas e te oferecem drogas.
Se você não reagir, vai acabar drogado: alienado, inculto, manobrável, consumível, descartável e distante. Vai perder as referências e definhar mentalmente.
Em vez de encher a cabeça com porcaria, pratique esportes, e na dúvida, se não puder distinguir o que é droga ou não, faça o seguinte:
• Não ligue a TV no domingo à tarde.
• Não escute nada que venha de Goiânia, do interior de São Paulo ou do Pará.
• Não entre em carros com adesivos “FUI”.
• Se te oferecerem um CD, procure saber se o suspeito já foi ao programa da Hebe, do Gugu, no Sabadaço, ou no Ratinho.
• Mulheres gritando histericamente é outro indício.
• Não compre nenhum CD que tenha mais de seis pessoas na capa.
• Não vá a shows em que os suspeitos façam gestos ensaiados.
• Não compre qualquer CD que tenha vendido mais de um milhão de cópias no Brasil, e não escute nada que o autor não consiga uma concordância verbal mínima. Mas principalmente duvide de tudo e de todos."
A vida é bela! Eu sei que você consegue! Diga não às drogas!!!
"Tudo começou quando eu tinha 14 anos e um amigo chegou com aquele papo de “experimenta, depois, quando você quiser é só parar...” e eu fui na dele. Primeiro ele me ofereceu coisa leve, disse que era de “raiz”, “natural”, da “terra”, que não fazia mal, e me deu um inofensivo CD do “Chitãozinho & Xororó”, e em seguida um do “Leandro & Leonardo”. Achei legal, coisa bem brasileira; mas a parada foi ficando mais pesada, o consumo cada vez mais freqüente, comecei a chamar de “Amigo” e acabei comprando pela primeira vez.
Lembro que cheguei numa loja e pedi: - Me dá um CD do Zezé de Camargo e Luciano.
Era o princípio do fim de tudo! Logo resolvi experimentar algo diferente e ele me ofereceu um CD de Axé. Ele dizia que era para relaxar; sabe, coisa leve... “Banda Eva”, “Cheiro de Amor”, “Netinho”, etc. Com o tempo, meu amigo foi oferecendo coisas piores: “É o Tchan”, “Companhia do Pagode”, “Asa de Águia” e muito mais. Após o uso contínuo eu já não queria mais saber de coisas leves, eu queria algo mais pesado, mais desafiador, que me fizesse mexer a bunda como eu nunca havia mexido antes, então, meu “amigo” me deu o que eu queria, um CD do “Harmonia do Samba”. Minha bunda passou a ser o centro da minha vida, minha razão de existir. Eu pensava por ela, respirava por ela, vivia por ela! Mas, depois de muito tempo de consumo, a droga perde efeito, e você começa a querer cada vez mais, mais, mais... Comecei a freqüentar o submundo e correr atrás das paradas. Foi a partir daí que começou a minha decadência. Fui ao Show de encontro dos grupos “Karametade” e “Só Pra Contrariar”, e até comprei a revista Caras que tinha o “Rodriguinho” na capa.
Quando dei por mim, já estava com o cabelo pintado de loiro, minha mão tinha crescido muito em função do pandeiro, meus polegares já não se mexiam, por eu passar o tempo todo fazendo sinais de positivo. Não deu outra: entrei para um grupo de Pagode.
Enquanto vários outros viciados cantavam uma “música” que não dizia nada, eu e mais 12 infelizes dançávamos alguns passinhos ensaiados, sorriamos e fazíamos sinais combinados.
Lembro-me de um dia quando entrei nas Lojas Americanas e pedi a coletânea “As Melhores do Molejão”. Foi terrível!!!
Certa vez, pasmem eu procurei no Youtube um vídeo (qualquer que fosse) da Banda Calipso, eu queria ver a Joelma.
Eu já não pensava mais!! Meu senso crítico havia sido dissolvido pelas rimas miseráveis e letras pouco arrojadas. Meu cérebro estava travado, não pensava em mais nada.
Mas a fase mais negra ainda estava por vir. Cheguei ao fundo do poço, no limiar da condição humana, quando comecei a escutar “Popozudas”, “Bondes”, “Tigrões”, “Motinhas”, “Tapinhas” e outras porcarias que são chamadas de Funk Carioca. Comecei a ter delírios, a dizer coisas sem sentido. Quando saia a noite para as festas, pedia "tapas na cara" e fazia gestos obscenos. Vivi cercado por outros drogados, usuários das drogas mais estranhas. Lembro de uma droga terrível, era a Asas Morenas. Minha fraqueza era tanta que estive próximo de sucumbir aos radicais e ser dominado pela droga mais poderosa do mercado: a droga pura, que transforma as mulheres em “desclassificadas” “cachorras” e “egüinhas pocotó”. Convém não esquecer de citar as drogas embaladas na Calcinha (de qualquer cor), na Saia (não importa se é Rodada ou Bordada), e seus genéricos.
Hoje estou internado em uma Clínica. Meus verdadeiros amigos fizeram a melhor coisa que poderiam fazer por mim. Meu tratamento está sendo muito duro: doses cavalares de Rock’n’Roll, MPB, Rock Progressivo e Blues. Mas o meu médico falou que é possível que tenham que recorrer ao Jazz e até mesmo a Mozart e Bach.
Queria aproveitar a oportunidade e aconselhar as pessoas a não se entregarem a esse tipo de droga. Os traficantes só pensam no dinheiro. Eles não se preocupam com a sua saúde, por isso tapam sua visão para as coisas boas e te oferecem drogas.
Se você não reagir, vai acabar drogado: alienado, inculto, manobrável, consumível, descartável e distante. Vai perder as referências e definhar mentalmente.
Em vez de encher a cabeça com porcaria, pratique esportes, e na dúvida, se não puder distinguir o que é droga ou não, faça o seguinte:
• Não ligue a TV no domingo à tarde.
• Não escute nada que venha de Goiânia, do interior de São Paulo ou do Pará.
• Não entre em carros com adesivos “FUI”.
• Se te oferecerem um CD, procure saber se o suspeito já foi ao programa da Hebe, do Gugu, no Sabadaço, ou no Ratinho.
• Mulheres gritando histericamente é outro indício.
• Não compre nenhum CD que tenha mais de seis pessoas na capa.
• Não vá a shows em que os suspeitos façam gestos ensaiados.
• Não compre qualquer CD que tenha vendido mais de um milhão de cópias no Brasil, e não escute nada que o autor não consiga uma concordância verbal mínima. Mas principalmente duvide de tudo e de todos."
A vida é bela! Eu sei que você consegue! Diga não às drogas!!!
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